AMOR,
Amor
AMOR,
Johann Wolfgang von Goethe, ou simplesmente Goethe, foi um dos maiores escritor alemão e do Romantismo europeu, no período do século XVII e XIX.
Tem uma vasta produção literária: romances, poemas, reflexões teóricas, peças de teatro, escritos autobiográficos entre outros. Sua obra mais famosa, considerado um clássico da literatura mundial: Fausto.
Os Sofrimentos do Jovem Werther é escrito epistolarmente, ou seja, o livro são compostos de inúmeras cartas. Nessas cartas ele descreve todo sentimento que tem por sua amada — Charlotte, ou simplesmente Lotte, noiva de Albert, fazendo que esse amor não possa ser correspondido.
Em algum momento você já sentiu a dor do amor? Em algum momento você entrou em um estado de melancolia e depressão por um amor não correspondido. Como é triste constatar o sofrimento de Werther, como é triste ver que ele não luta para livrar dessa dor de amor.
O amor por uma pessoa pode causar tanta dor? Como isso ocorre? Por que não admitimos nossas perdas e seguimos com nossas vidas para frente? Werther não segui, porquê? São vários questionamentos que fazemos ao ler esse livro.
O que é mais triste em todo o livro, é que não temos certeza se Lotte demonstrava esse mesmo tipo de sentimento por Werther.
A dor que esse jovem sente é tanta que a única coisa que resta ali é o suicídio. Será que realmente não tinha outra saída?
Será que o Werther chegará a tanto, não serei eu aqui que darei esse tipo de spoiler, então leia até o fim e descubra o que aconteceu.
É um livro do Romantismo, mas não é um livro sobre amor, é um livro sobre sofrimento pelo amor, sofrimento tanto que o jovem o Werther busca uma fuga e essa fuga é não existir.
Se você gosta de um livro para ver o sofrimento da alma humana, o sofrimento do espírito, a história de Goethe traz isso.
Se você tem alguns gatilhos, principalmente sobre o suicídio ou a dor do ser humano, Os Sofrimentos do Jovem Werther não é a leitura para você.
Sadequa Johnson em Pheby escreve sobre a violência da escravidão, como os mestres tratavam seus escravos, narrando a brutalidade impostas aos cativos. Esse romance traz questão de como os próprios negros se organizavam socialmente, como alguns negros levavam vantagem por ter a pele mais clara que outros negros, o que chamamos de colorismo, o que estabelecia entre eles uma certa hierarquia social. Autora mostra os horrores que as personagens vivem na Cadeia do Diabo. Viver a escravidão já era extremamente difícil, imagina viver a escravidão dentro de uma cadeia, mas não era uma prisão comum era onde os escravos iam para ser castigados e leiloados.
Yellow Life (tradução livre: significa esposa amarela, mestiça) é o título original da obra. Conta a história de Pheby, os primeiros capítulos mostra o ambiente onde vive, suas relações com a mãe, seu relacionamento com Essex, seu namorado, a promessa de Liberdade prometida pelo Mestre Jacob e principalmente a difícil relação com a Senhora Delphina, esposa do Mestre Jacob.
Pheby vai descobrindo que ser escravo é não ter direito a nada, nem a seus próprios amores.
“Nem mesmo meu homem era meu de verdade”.
Em determinado momento Mestre Jacob viaja a negócio e leva Mama junto, e desfecho dessa viagem muda completamente o destino da nossa protagonista.
Pheby é tirada de seu local de nascimento e depois de uma jornada de sofrimento chega a Prisão do Diabo.
Nesta prisão ela conhece vários dos horrores enfrentados pelos negros, o dono da prisão escolhe ela para ser sua esposa. Pheby sofre por ser entregue ao um homem desconhecido e impiedoso.
Nesse romance histórico a autora busca passar a ideia do colorismo. Colorismo é basicamente a vantagem social que alguns negros tinham sobre os outros por ter a pele clara essa pele clara geralmente se dava por eles serem filhos de brancos. Pheby era filha de uma mulher negra com o seu mestre um homem branco, quando chega a cadeia o carcereiro logo se interessa por ela devido a sua beleza e também por ter a pele mais clara que as outras negras.
Autora no decorrer do livro vai mostrando o passo a passo da evolução da história primeiro a vida de Pheby na fazenda de onde ela habitava, seus relacionamentos pessoais amorosos, familiares, e como vivia com a promessa de liberdade.
A história é baseada em personagens da realidade, mas só é baseada não tem nada de realístico na história os fatos contados aqui não aconteceram a cadeia até existiu o carcereiro até existiu a febre até existiu mas nada do ocorrido ali realmente aconteceu. Mas nada disso impede que você efetue uma leitura tranquila sem se preocupar esses fatos, se você não pesquisar sobre o livro ou nada antes da leitura você nem vai saber que ele é baseado em histórias reais.
O livro é escrito de forma simples, mas é uma leitura difícil pois pode acionar diversos gatilhos, pois tem passagens de extrema violência e sofrimentos.
O que me deixou um pouco triste, foi o desfecho final da personagem. Fiquei com a impressão que Sadequa Johnson pulou uma parte da história e foi direto para o final, parece que faltou algo, como se ela deixasse para ser contado em outro livro, ou como é comum atualmente dar uma sequência, lançar vários livros, talvez uma trilogia, nunca se sabe.
Se você gosta de um livro para uma leitura rápida, mas difícil, digo rápida porque você não quer parar de ler o livro, vai querer saber o que vai acontecer com Pheby. Difícil devido às passagens violentas, de grandes sofrimentos, que te deixam um pouco perturbado, mas a história é tão bem organizada e tão bem contada que você acaba se apaixonando pela protagonista. Agora se você não gosta de ler sobre o sofrimento de outras pessoas, ou se isso te incomoda de alguma forma, digo para você não ler.
Paro, desenho faço bolinhas
Sadomasoquismo é dar ou receber prazer através de atos que envolvem o recebimento ou a aplicação de dor física e moral. O termo sadomasoquismo é uma palavra-valise de duas tendências opostas, o sadismo e o masoquismo. A abreviação S&M é frequentemente utilizada para se referir ao sadomasoquismo.